o pai nos deixa a dormir na sala até às 3h da matina, com as luzes e os aquecedores ligados?
sei que adormeci no sofá por volta das 23h. lembro-me que me perguntou a que horas mamava o baby, que a essa hora estava quase a adormecer. lembro-me de estar quentinha debaixo do cobertor. e depois só me lembro de acordar com a cada silenciosa já de madrugada.
odeio quando isto acontece! {barulho à homer simpson}
da última vez que isto aconteceu, ele jura que manteve uma conversa comigo. eu não me lembro se nada - glup! mas deve ter sido algo do género: 'vamos para a cama.'+'vou já, é só mais um bocadinho.'. typical! faço isto desde sempre; já a minha mãe me deixava a dormir no sofá, depois de várias tentativas para me desmobilizar para a cama. eu percebo. é difícil convencer uma lontra adormecida a levantar-se, mas, people, esta lontra agradece que se esforcem pois é desagradável acordar abandonada no sofá.
adiante. o bezerro já não teve febre hoje. yay!!! continua é cheio de ranho. temos experimentado o aspirador nasal e é ver a ranhoca a sair. ele não acha muita graça , fica com os olhos muito abertos e assustados. parece que fica sem respirar, ou que lhe estou a sugar mais do que devia, tipo o cérebro!
agora deu-lhe para me provocar quando está a mamar. desvia a cara, olha para mim muito sério com os faróis abertos, e põe-se a lamber o meu mamilo, a fazer cócegas! pode??? só me dá vontade de rir... o pirata!
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
sonho com números
hoje sonhei, clara e especificamente com os números do euromilhões. no meu sonho eu acertava em 4 números e ficava com o 4 prémio, no valor de 225.000€.
apontei os números assim que acordei e como hoje há sorteio, vou jogar.
só me lembro do meu avô materno que sonhou com o número da lotaria e ganhou 150 contos há mais de 50 anos atrás. na altura uma grande fortuna.
era mesmo bom isto ser uma espécie de dom familiar!
apontei os números assim que acordei e como hoje há sorteio, vou jogar.
só me lembro do meu avô materno que sonhou com o número da lotaria e ganhou 150 contos há mais de 50 anos atrás. na altura uma grande fortuna.
era mesmo bom isto ser uma espécie de dom familiar!
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
prevenar e rotarix ou como injectar 145€
hoje rumámos novamente ao centro de saúde para levar nova dose de vacinas. desta vez as que não estão incluídas no plano nacional de vacinação: a rotarix, para as gastroentrites, já que ele vai para a creche daqui a mais ou menos um mês, e a prevenar, para a meningite.
sabendo que são facultativas, qualquer pai, dos que decidem vacinar os filhos, penso que optaria por administar estas vacinas. mas ao chegar à farmácia e ouvir a delicada soma que elas representam, fica verde. no mínimo! ou solta um desabafo, como eu fiz. ou ainda insulta mentalmente quem lhe parecer responsável, como eu também fiz.
eu sei que posso pagar, felizmente, e se eu especificamente não pudesse, ainda tenho quem me acuda, e claro, sou eu que decido pôr o filho na creche e portanto protegê-lo o mais que puder das bichezas. mas, meus senhores responsáveis por estas decisões, 145€??? duas vezes, porque são duas doses? acham razoável? acham justo dar a escolher a um pai se quer ou não desembolsar 290€ para proteger o seu filho de doenças incapacitantes e potencialmente mortais? acham justo estar a criar já nestes primeiros meses uma tal separação de classes, para um lado quem pode pagar, para outro os que nem dinheiro têm para o conforto básico dos bebés e que provalmente nem sabem que existe esta possibilidade e que um dia que estas doenças apareçam fiquem a bater mal porque não protegeram os seus filhos?
parece-me brutal.
por exemplo, à minha amiga al, que teve um baby buda 14 horas antes de mim, e que está a ser seguida no centro de saúde, nem sequer lhe falaram destas vacinas. não fossem os nossos mummy date's e eles não saberiam desta possibilidade. ironia das ironias, o marido dela esteve quase a bater a cassoleta com o rotavírus. eu percebo que o sns opte por não mencionar este assunto nas suas consultas porque não faz parte das suas competências. mas manter os pais na ignorância não me parece uma boa política. acho que deviam ser informados, afinal andamos a financiar doutoramentos e investigações na área da medicina exactamente para nos protegermos cada vez mais. é como o teste do pézinho ou das vacinas gratuitas, não são obrigatórios mas falam-se neles. ou seja, dá-se opção de escolha aos pais.
por outro lado, sabendo que todos os anos ainda se registam casos de meningite, que muitas vezes têm consequências graves, mais ainda me revolta esta questão.
deixo a sugestão: como agora tudo se paga com base no irs, incluam estas vacinas no plano e cada um paga o que pode. eu pago o máximo, não me importo, se assim isso permitir que todos tenham acesso aos mesmos cuidados de saúde.
bom, deixando os desabafos para trás: desta vez fui sozinha com ele e resolvi transportá-lo no canguru. é muito mais prático e rápido. ele é tão mas tão santinho, que apenas chorou 5 segundos quando sentiu a pica e assim que cheguei à rua já estava a dormir. és o maior!
bom, deixando os desabafos para trás: desta vez fui sozinha com ele e resolvi transportá-lo no canguru. é muito mais prático e rápido. ele é tão mas tão santinho, que apenas chorou 5 segundos quando sentiu a pica e assim que cheguei à rua já estava a dormir. és o maior!
the keepers of babies ou um dos posts mais bonitos que já li
by nat the fat rat
almost as soon as huck was breathing he was changing too quickly. and in every moment after that first breath, even the most awful, i couldn't quit the nagging fear that it was going to be gone too soon. and i wanted to keep it all, even the very worst moments, because the worst was still so inexplicably good. what came next was certainly going to be wonderful too, i knew that deep down, but somehow it gave me even more reason to hang on to him now, because i knew that i couldn't, and so thereby, i had to.
i had to memorize those cheeks.
his little mouth, and those pink gums, and all his little face wrinkles ...

his long monkey toes, jutting out of those fat, fat feet ...
and the elbow dimples.

the double chins, too.
and that spot, right there.
so this is our job, mamas. we are the keepers of babies.
babies don't keep. but we do. we always do.»
«i think i've come to a conclusion about motherhood. it seems to me, i'm pretty sure, that our main job as mothers is to find a way to make our babies stay. keep their babyhood close. memorize their every tiny inch. oh sure, we should make sure they're fed and changed, and loved and swaddled, too, but mostly, most importantly of all, i think we just need to memorize them. from top to bottom. i've started to think there is nothing more important in the whole entire world we could ever possibly do.
almost as soon as huck was breathing he was changing too quickly. and in every moment after that first breath, even the most awful, i couldn't quit the nagging fear that it was going to be gone too soon. and i wanted to keep it all, even the very worst moments, because the worst was still so inexplicably good. what came next was certainly going to be wonderful too, i knew that deep down, but somehow it gave me even more reason to hang on to him now, because i knew that i couldn't, and so thereby, i had to.
i had to memorize him. it was my only hope of surviving the emotional turmoil of letting him grow up.
i had to kiss them over and over and lock that spun sugar scent away for later.
oh i can recreate those elbow dimples on command in my eyelids as i fall asleep at night.
elbow dimples are the meaning of life, i'm pretty sure of it.
every little fleck in those eyes. get to know them by name.
that spot belongs to mama. nobody else can have it.
that's the spot where mama's kisses go.
it's important that we memorize, memorize, memorize, every tiny step of the way, every tiny shift in their tiny little bodies. because we are the keepers of their beginnings. ours to preserve and cherish. they can't do it for themselves, those silly little babies, for they're too busy growing up, too busy escaping those precious first months, too busy racing blindly away from that soft, squishy start. these little babies, they just grow so fast. they've moved beyond before they ever even started.
1º supositório
em noite de óscares e depois de uma tarde de passeio pelo chiado, incluindo almoço com as tias emprestadas, o bezerro estava um pouco irrequieto enquanto dormia. meio resmungão, com muito ranho e macacos no nariz. aliás, parece é um mini roncador, sai ao paizinho.
depois de darmos banho com água mais fria, o que ele deve adorar se for como eu {not!} e de medirmos várias vezes a febre {chegamos a ver um 39.2ºC!}, inexperiência parental + falta de confiança nos termómetros electrónicos + receio de dar o primeiro supositório, ele acabou mesmo por aparecer.
foi mais fácil do que esperava, ele nem pestanejou, fofo que é. acho que nos incomodou+impressionou mais a nós.
entretanto, estamos novamente apanhados da garganta e com tosse. nunca mais chega o verão!
sábado, 23 de fevereiro de 2013
3M
+ enquanto está na posição de arrotar, faz de zé-sempre-em-pé e balança balança, o que provoca várias cabeçadas na minha pessoa, até já me inchou o lábio
+ faz muitos sons novos, grandes conversas depois do pequeno almoço
+ ri-se muito, sorri muito e eu estou muito orgulhosa de ele ser um bebé feliz
+ deixou definitivamente de bolçar sempre e constantemente em cada mamada, entrou no mundo do bolçar normal - aleluia!
+ está a perder cabelo, agora tem uma pelada enorme na nuca e deixa mini cabelos em todas as almofadas
+ continua vidrado no jogo luz:sombra , principalmente de manhã no quarto
+ se pudesse, isto é, se eu deixasse, estava sempre a chuchar na mão (e no polegar que nem sua mãe)
+ os olhos ganharam raios castanhos e continuam grandes e expressivos
+ faz birras para adormecer, onde no meio de uma ladainha muito própria, de olhos fechados, esperneia e de vez em quando sorri, com o ar mais pirata que consegue
+ dorme agarrado ao tuc-tuc e à almofada, numa confusão a três onde não se vê bebé
+ esfrega a cara com sono e ronha {momento fofinho: é adorável!}
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