quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

so true and so beautiful





aplicações

durante a gravidez e os primeiros meses de mãe socorri-me de duas aplicações para o telefone.
a primeira - 'what to except when you're excepting' -  fornece informação semanal sobre as várias fases de desenvolvimento de bebé. comparam a criança com peças de fruta, cada vez maiores, e vão dizendo o que está a acontecer, connosco e com o bebé. é giro monitorizar a coisa, mas acho que os livros (os poucos que li, que foram dois) foram mais interessantes. a vantagem é que temos sempre à mão um calendário grávido.
 
a segunda aplicação foi MUITO mais útil e importante. depois de descarregar duas ou três (grátis) que cumpriam os requisitos necessários, andei a testá-las até me decidir por uma - eat sleep.
o que é que isto faz? permite resgistar todas as fraldas+comidas+dormidas do bebé. é muito fixe porque dá descanso ao cérebro mirrado de uma recém-mamã e evita as folhas de papel com apontamentos espalhadas pela casa.
em relação às fraldas podemos escolher se é xixi, cocó ou os dois.
em relação às comidas podemos registar se foi mama, esquerda ou direita e quanto tempo de cada ou biberão, de leite em pó ou bombeado, que quantidade e a que horas.
em relação às dormidas, quanto tempo houve silêncio em casa.
ainda permite acrescentar notas diárias e fazer balancetes mensais.
o giro disto é que podemos obter informações tão importantes como quantas fraldas gastou o puto no dia 25 de janeiro, quantas horas dormiu na terceira semana de fevereiro e se fez cocó na quarta-feira.

fica prometido um post mais tarde com este tipo de balancetes. sim, ainda não apaguei a aplicação do meu iphone na expectativa de fazar balancetes de fraldas e cocós.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

[o melhor do meu dia]

o dia de ontem ficará na história como o dia em que o pequeno estrunfe desbloqueou o andar.
no último mês andou, cada vez mais depressa e cada vez menos a preceisar e pedir a nossa mão ou dedo, para ontem, na escola (argh, claro, onde mais poderia ser?) começar a andar sozinho. andou sem ninguém o chamar ou incentivar, com uma colher e uma tigela na mão. resolveu, por ele, dar corda aos sapatos - obrigada tia e. pelos meus pés confortáveis.
obra do destino, a educadora andava de máquina fotográfica em punho e registou o momento.
 
pronto, depois dos devidos créditos ao rebento, vamos escrever as coisas de outra maneira.
ele já tinha dado passos sozinho, mas quase sempre entre a mãe e o pai, ou entre a mãe e o sofá e com alguma das partes a incentivá-lo. um sofá com comandos pode ser mais tentador que os braços da mãe ou do pai, há que dizê-lo com frontalidade.
 
independentemente disto, registo o dia de ontem como o dia oficial. e aqui ficam as fotos possíveis.
 
 + já consigo andar por isso também posso conduzir
 
+ reparem no pingo de baba pendurado no queixo

 + o babete é do primo va. e é perfeitamente indicado para este dia de celebração. a franja está para a frente para disfarçar um galo inaugural.
 
+ este biquinho de pato mata-me!
 
 
ainda ontem aprendeu a dizer 'luz' e a olhar e apontar para o tecto. sai qualquer coisa como 'ushhh'. até podia ser a legenda da última fotografia.
 
por isso, chegamos a hoje com uma sensação de que também era preciso fazer alguma coisa nova e vai daí resolvi dar-lhe um boião de fruta e uma colher para as mãos - enquanto eu, em versão mãe-polvo, tentava arrumar as compras+fazer o jantar dele+ preparar o banho. correu melhor do que estava à espera.... até que o vi tentar comer com as mãos. como é que é mesmo aquele barulho que o homer simpson faz???

+ claramente não é a melhor fotografia, o enquadramento é péssimo, mas entre isto e não queimar o jantar foi o possível. está registado.
sim, a franja continua a tapar o galo que se transformou em nódoa negra, mas aqui não é de propósito.
 
 
 
se eu que tenho um mini filho, e por isso tenho a razão meio baralhada nestas coisas e dou o desconto, imagino quem não tem e vê-se apanhado no caos em que se transformam as entradas das escolas e outras recreatividades infantis.
é de buzinar, dizer palavrões e desesperar. 
 

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

de dia

faz tanta diferença fazer a viagem de regresso a casa ainda com a luz do dia... a minha cabeça funciona logo de outra maneira. 
ainda bem que há reuniões de avaliação para miúdos de 1 ano. 

Atitudes que fazem a diferença na qualidade de vida enquanto pais [parte 1]

Este post é para guardar, gravar na cabeça e no coração e ainda enviar ao marido.
Veio da Boss.

Há determinados tipos de comportamentos que nos ajudam e descomplicam. E eu sei que é mais fácil dizer do que fazer mas, sinceramente, vale a pena pensar nestes tópicos:

1. Nada é suposto
É suposto o menino 'com um ano andando, com dois anos falando'. É suposto sim, mas não somos todos iguais e a maternidade não é nenhuma competição. Há uma série de coisas que são supostas, sim é verdade. Mas lembra-te sempre de te colocares esta questão: É suposto? Para quem? E quem é que disse que era suposto? E quem é essa pessoa? E pronto, é possível que o 'é suposto' ganhe menos valor. Dá-lhe valor quando achares que tens de dar. Se lá no fundo achas que não, basta rematares para canto com um 'pois é, dizem que é suposto'. E pronto, fica o assunto arrumado!

2. Quem manda, quem é?
Se pedires a alguém que te defina autoridade parental, é provável que te falem em autoritarismo. Há quem se refira até a uma espécie de jogo de forças. Pois, está errado! Autoridade parental é guiar e é saber o que se está a fazer e fazê-lo de uma forma séria [naturalmente com direito a risos, brincadeiras e cócegas] porque sabemos que nós somos o maior modelo para os nossos filhos. E educar não rima nem com humilhação nem com jogo de poder.

3. Não há pais perfeitos
Não há e se vens a este blogue, sabes disso. Somos todos humanos e a beleza disto tudo é que estamos à procura da perfeição e, ainda assim, ela não chega. E é aí que está o bonito - é o nosso esforço contínuo, a nossa dedicação, a nossa crença em sabermos que amanhã vamos fazer e ser melhores.
E também, by the way, não há filhos perfeitos, caso ainda não tenhas chegado lá :)
Who cares! É aqui que está a felicidade :)

4. Somos uns frustrados!
Se for feito um inquérito - aposto que já foi feito! - o sentimento que os pais e os filhos mais sentem qual é, qual é? É a frustração! Temos imensas expectativas em relação a isto tudo de se ser pai e de se ser filho e depois ficamos decepcionados porque as coisas não acontecem como imaginamos. Não digo que deixes de as ter - au contraire- mas que as baixes um bocadinho ou então que saibas gerar a tua frustração.

5. A culpa morreu solteira, a desgraçada!
Ainda bem que o Papa Francisco veio dizer que não há nem inferno nem céu. Isso elimina, pelo menos conceptualmente, a ideia da culpa judaico-cristã que nos trama a vida [dizem que a culpa vem no pacote, quando nos tornamos pais]. A culpa só é útil se nos faz mudar comportamentos. Mais nada. Ponto final. Por isso se te sentes mal, a única forma que tens para deixares de te sentires assim ou é procurares esquecer o assunto ou é arranjares forma de passares a fazer diferente. Aí a culpa é útil. Caso contrário, morre solteira!



bom dia 2ªfeira

acordar mais cedo cá em casa, ao dia de semana, significa uma coisa: estamos todos juntos de manhã e muito mais bem dispostos.

é impossível não nos rirmos com este tipo antes das oito da manhã. nisto sai CLARAMENTE à mãezinha dele.