segunda-feira, 7 de abril de 2014

sabes que #9

sabes que alguma coisa mudou em ti quando pões protector solar factor 50. na cara. de manhã. 

domingo, 6 de abril de 2014

a esta hora estou a fazer o almoço do bezerro para amanhã. e a cozer maçãs.

mas comi chamuças ao almoço [eva, esta é para ti] e o meu irmão faz anos hoje.

14/52


"a portrait of my children, once a week, every week, in 2014."
joão: o primeiro (mini) cornetto, cortesia dos amigos de sempre.

sábado, 5 de abril de 2014

mais um sábado à chuva

com alguém a madrugar (7h30) saltámos da cama o mais tarde que conseguimos aguentar a fera (8h20) depois de um biberão e meio de leite. saímos antes das 9h rumo à nossa tradição de pequeno-almoço de sábado. com homens a falar aos berros nas escadas e obras no andar de baixo (ainda!), não vale mesmo a pena ficar em casa a esta hora.
 
agora já lavei duas máquinas de roupa, o pai saiu para as ir secar numa dessas lavandarias que agora apareceram e que prometem secar a roupa em 10 min por 2€, ainda vai fazer um desvio para comprar o almoço e nós ficamos em casa. um a dormir, o outro a preparar-se para o irs.
 
o pai tem o jogo mais importante da época logo à tarde e depois um jantar (mais um!) de bebes e comes e eu tenho uma festa de 35 anos de uma amiga muito especial, a quem muito admiro. o bezerro fica com os avós que batem palminhas por estas oportunidades.
 
está cinzento e feio e esperamos mesmo que este seja o último sábado com chuva nos próximos meses.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

a camisola da tia americana







a tia americana fez esta camisola sabendo da minha paixão por amarelo. este amarelo em particular.
ficou um pouco pequena, o rapaz está encorpado e é de muito alimento. cresce a olhos vistos e 2 ou 3 meses podem significar que este acto de amor fica tipo top-de-verão-de-míuda-adolescente.
mas eu adoro-a na mesma. o ar artesanal, a cor, o toque macio. e adoro, sobretudo, estas mãos e estas bochechas.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

sair à noite, cada um para seu lado





 
numa 6ªfeira chuvosa, com o pai no algarve e a mãe cheia de vontade de ir jantar com um amigo viajante, o bezerro foi jantar com as tias. isto é hilariante, cada pai vai à sua vida, e o filho vai jantar com as tias a um aniversário.
fico tão contente de ele ser assim bem disposto e disponível para estas coisas. e estou eternamente agradecida às tias que tomam conta dele com todo o amor e carinho e atenção e mimo.
durante a noite foram enviando mensagens e vídeos do sucesso deste miúdo na festa. e o meu coração encheu-se de orgulho e ao mesmo tempo de certeza que estou, aliás estamos, a fazer as coisas bem.
 
obrigada joão.
obrigada tias.
 
ps: o jantar e a noite soube-me pela vida. tive direito a sushi, conversa da boa, gelado, caminhada à noite pela cidade e muita risota. obrigada pedro.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

o jantar

cá em casa as tarefas estão mais ou menos distribuídas. e digo mais ou menos porque nada é estanque, principalmente quando existem filhos. assim, está mais ou menos definido que o pai trata das refeições, eu da roupa e das compras, a empregada das limpezas e do puto tratamos os dois. sem obviamente mas com um naturalmente, eu trato mais do puto, mas o pai tem a enorme tarefa de o arranjar de manhã e levar à escola. e muitas vezes também lhe dá banho. mas não é sobre isto que quero falar, é sobre comida.

o pai deveria tratar das refeições, com base nas minhas sugestões, porque ele é mais do tipo executante do que criativo durante a semana. ora bem, quando temos um filho de 16 meses, que ainda por cima tem uma relação tão apaixonada com a comida, não podemos começar a preparar o jantar às 19h30. a não ser que esse jantar sejam ovos mexidos ou papa!

as vezes que ele, muito carinhosamente, se prontificou a fazer o jantar, e atenção que ultimamente até isto me calha, tem resvalado no tempo. ainda ontem o bezerro começou de repente a chorar de fome e ele pergunta: 'mas o que é que ele tem? magoou-se?'. eu, que estava a dar um jeito à casa-de-banho e às roupas, entrei na cozinha, depois de ouvir um monólogo de pai-filho durante quase dois minutos, e dei-lhe uma papa de fruta para ele se entreter. o que é que aconteceu?
o puto calou-se instantaneamente e o pai ficou incrédulo a olhar para mim, dizendo' porque é que não estás a aquecer a sopa dele? eu estou a olhar para o puré, não posso fazer tudo.'.

pois, está bem. e eu posso.