joão: em reunião com os primos
domingo, 27 de julho de 2014
sexta-feira, 25 de julho de 2014
[o melhor do meu dia] ou o melhor destes dias de férias
filho que não se importa de chapinhar no meio das algas + bolas de berlim vindas de portugal + uma cadeira e um livro + e o mais importante: um pai com paciência infinita para fazer castelos e bolas e diques e piscinas e todo um sem fim de construções na areia.
esta família nesta praia = P.E.R.F.E.I.T.O.
quarta-feira, 23 de julho de 2014
20M
+ na praia a ver o pai a fazer construções
+ a comer a sopa sozinho
+ a rir enquanto joga à bola com o pai
+ deixou de usar biberões, bebe o leite por um copo com palhinha;
+ de vez em quando avisa quando quer fazer xixi ou responde afirmativamente quando perguntamos e já fez vários no bacio;
+ dá muitos beijinhos ao pai e à mãe, e abraços com ar feliz;
+ corre, corre, corre;
+ é tagarela e diz coisas estranhas como t-shirt;
+ pede constantemente para comer 'gute' (iogurte);
+ as bolachas maria continuam a ser as preferidas;
+ já provou conquilhas e ameijôas e gostou;
+ adora a praia e o mar e come areia para nos provocar;
+ depois de ser besuntado, gosta de pôr creme protector no pai;
+ gosta de comer sozinho e continua um óptimo garfo;
+ começou a dormir menos durante a noite, já não são 12 horas, são 10-11h;
+ gosta que lhe leiam histórias, já fica atento e vibra com os desenhos de cada página;
+ se lhe pergunto como se chama, responde 'ão'.
domingo, 20 de julho de 2014
sábado, 19 de julho de 2014
a promessa está a ser cumprida
enquanto os rapazes dormem a sesta da tarde, sim, porque esta manhã também houve lugar a sesta, a cena repete-se: mãe no computador.
e vou pensando que não me importava de andar assim uns tempos. a ser mãe e a trabalhar (apenas) nas horas vagas deste trabalho que é sempre a tempo inteiro. parece contraditório mas não é.
eu gosto muito, mesmo muito do meu trabalho e já tive várias caretas apontadas por assumir que não deixaria de trabalhar para ser mãe. eu sou mãe a tempo inteiro, S-E-M-P-R-E! não é por fazer 30 km para ir trabalhar todos os dias que sou menos mãe. não é por assumir que gosto de trabalhar que sou menos importante e preciso de menos atenção ou que não me olhem como admiração ou, ainda, que não falem de mim. não percebo, mesmo, porque é que se dá tanta importância às chamadas MATIS (mães a tempo inteiro) e não se fala destas mães, que são/somos a maioria e que trabalham fora de casa.
devo ser das poucas que o faz por opção, conheço talvez mais um ou dois casos. a maioria diz que gostava muito de ficar em casa com os filhos. eu não, atirem as pedras que quiserem. e, filho, se um dia leres isto, podes pedir explicações, se ainda não as tiveres.
terça-feira, 15 de julho de 2014
rotinas nas férias
a vida aqui é tão fácil que as rotinas surgem naturalmente.
acordar com as galinhas, tal qual relógio de cuco, às 7h. entre ronhas e mimos e 'shhhh, que o pai está a dormir' ou 'urgh, tenho tanto sono' passa quase uma hora. dá-se o leite e mais mimos. vai-se comprar pão, quentinho para abusar na manteiga. pequeno-almoço à mesa, devagar.
brincadeiras + tentativas de ir dormir. às vezes dá resultado e voltamos todos para a cama, quando não dá começa a preparação para a praia mais cedo. cremes, bolas, toalhas, água, chapéus, chucha, bolachas, fruta, brinquedos, roupa suplente, fraldas. tudo enfiado neste carrinho, a melhor opção de sempre no que toca a ir para a praia com um bebé/criança pequena. cabe lá tudo e um par de botas e é muito mais fácil de acartar com o peso. o diogo goza e diz que é carro de velhas, eu respondo que para ele tanto faz porque era eu que acartava com os sacos.
rumo à praia e temos mais de duas horas de chapianço, conchas, sol, areia, mimos, baldes e pás. ele adora estar nas poças que a maré baixa deixa para trás. a água fica quente e com um nível de segurança máxima. ficamos todos de molho, a apanhar conchas, a ver os búzios e caranguejos, a tentar manter a pele molhada e sem frio. muito namoro, minha gente, muito namoro.
de volta à toalha, há que aquecer, beber água, comer a bolachinha ou fruta da praxe e quem sabe até dormir uma mini-sesta. ou até cair em asneira e comer uma bola de berlim.
rumo a casa à hora de maior calor, almoço rápido para ele e ide dormir que isto de fazer tanta praia, cansa. entretanto nós almoçamos nas calmas e pomos a leitura ou o trabalho em dia. pois, não conseguimos evitar. a internet veio dar cabo disto tudo.
hora do lanche, rumo à praia para o segundo turno. mais do mesmo, mas com maré alta, por isso em vez de chapinhar, andamos a fugir nas pseudo-ondas e a fazer construções na areia.
no final do dia, quando a boa disposição começa a transformar-se em birras e pedidos de colo, é hora de ir para casa. banhos, brincadeiras, histórias, jantar e cama. ou passeio para apanhar ar e desmoer. mais leituras para nós e deitar cedo é obrigatório. já percebemos que é o melhor e o mais essencial dos truques para aguentar esta pedalada.
queres fazer xixi?
e ao segundo dia de férias já tivemos dois xixis no penico. oh yeah, dois!
sem grande aparato, sem grandes truques, apenas perguntado simplesmente queres fazer xixi. o primeiro até foi ele a avisar. seguiu-me até à casa de banho e pediu para fazer xixi. achei que era mais uma brincadeira mas quando o vejo levantar-se e o xixi no fundo do hipopótamo vermelho, guinchei - de contente, claro! ele ficou meio parvo a olhar, tipo 'mas esta passou-se...'.
confesso que ainda não pensei neste assunto e nem sequer estabelecemos um objectivo. aliás, na minha cabeça esta coisa de largar as fraldas era só aos dois anos, mas parece que ele anda com vontade de crescer e ajudar o ambiente.
ps: eu e o pai temos dúvidas sobre o nome a dar ao recipiente usado para treinar os xixis. é penico ou é bacio? cada um chama uma coisa e nenhuma é fixe.
ps2: na escola também já andava a fazer disto e ao que parece gostava mais de ir ao bacio com as meninas porque elas conversam mais.
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