quinta-feira, 18 de setembro de 2014

uma declaração de amor

em dia de aniversário do pai, deixo aqui uma declaração roubada a quem escreveu o que eu queria dizer. 

«Nesta lufa-lufa em que andamos enfiados os dois, pouco tempo sobra (tem sobrado) para o nosso nós. Faz parte, é mesmo assim, há que descomplicar e aproveitar o tempo que temos juntos, mesmo só nós dois, para garantir que continua a valer a pena. E continua. Continua mesmo, continua tanto e é tão bom.
Porque é neste sentir, da importância que damos à qualidade versus quantidade, aos abraços cúmplices que nos envolvem no fim de cada dia, no apoio e força que damos um ao outro, na admiração que sentimos pela pessoa que o outro é e na energia maior que somamos a este querer conjunto, que reside toda a força anímica de um amor que resiste e existe para além do tempo e do espaço que dedicamos a nós e só a nós.
Há momentos, muitos momentos, em que são prioridade os prazos dos sonhos que um dia decidimos perseguir juntos. O caminho que quisemos fazer lado a lado e as muitas coisas que jurámos alcançar nesta força somada. Desses momentos, fazem parte os dias em que não falamos mais que um par de horas (apesar de todas as mensagens e emails que trocamos ao longo do dia). A única coisa que concordámos manter desde sempre e da qual não abrimos mão por nada, é que nesse par de horas de conversa cúmplice, de olhos nos olhos, mão na mão, de longos abraços e um respirar fundo de paz e alegria por nos termos encontrado e apaixonado um dia, caiba tudo o que de essencial queremos sempre dizer um ao outro.


Obrigada e gosto tanto de ti são as minhas favoritas de sempre.»


segunda-feira, 15 de setembro de 2014

vindima #2


 + primeiro ponto alto do dia: cheirar as barricas... esperto!

 + segundo ponto alto do dia: lamber as rolhas das barricas... esperto ao quadrado!

 + antes que perguntem - não, como é óbvio!, não está a beber vinho mas sim sumo de uva bem docinho, ou seja, mosto.








+ pela sequência acima percebm que o verdadeiro ponto alto foi comer uvas directamente das videiras. até ficou com os dentes e a língua manchados. e não apanhou nenhuma dor de barriga. ufa...

@adega mãe 13092014

domingo, 14 de setembro de 2014

36/52



 "a portrait of my children, once a week, every week, in 2014."
joão: resumo perfeito das vindimas 2014

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

[o melhor do meu dia]

ver dom joão I a subir o escorrega sozinho, em sentido contrário, claro. 
até agora pedia ajuda e alguma mão lá lhe apoiava o rabo e ele trepava a rampa.  hoje, com força de braços, persistência e uma ajuda dos ténis all star (cuja borracha ajudou na escalada), lá foi o meu macaquito até lá acima. 
que orgulho! 

já agora o pior do meu dia foi a administrativa que faz as inscrições nas análises me ter perguntado com cara de perú porque é que eu tinha tirado senha prioritária. 22 semanas de porquês são suficientes? tansa!!! 

terça-feira, 9 de setembro de 2014

diálogo

- quem é que gosta do joão?
- a mãe.
- quem é que gosta da mãe?
- o pai.
- e quem é que gosta do pai?
- a mãe.

{a mãe gosta de todos - big smile on my face} 

o dia em que nasci mãe

«Sentir um amor maior do que eu, que me preenche e envolve. Maior do que tudo e todos. Perceber que o mundo muda um bocadinho de cor, que as certezas se dissipam, que as horas de sono nunca mais serão as mesmas, que as nossas prioridades têm-nos sempre em primeiro lugar, que há momentos de exaustão, e depois os de arrebatamento total. 
O que sentimos por aquela pessoa pequenina, aquela pessoa feita de Nós, do nosso plural, passa a ser infinito. Amamos um filho infinitamente. Morremos de amores por ele. E como é tão grande aquilo que sentimos, todos os dias vamos inventando novas formas de lho dizer.
Ser Mãe é ser princípio e fim. Um sentir doce e intemporal, que resiste ao tempo, ao medo, ao mundo, a tudo. É atravessar a vida de mão dada, e sentir a bênção de um fio invisível que nos liga para sempre.»
veio daqui.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014