terça-feira, 12 de maio de 2015

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"a portrait of my children, once a week, every week, in 2015."
joão e francisco: numa manhã de loucura na cama dos pais. é de notar a cara de pânico (?) do francisco e a cara de alegria (?) do irmão

15/52

 "a portrait of my children, once a week, every week, in 2015."
joão: a disparatar com o esparguete em casa do avô. 

"a portrait of my children, once a week, every week, in 2015."
francisco: belo adormecido

14/52



"a portrait of my children, once a week, every week, in 2015."
joão: explorador na serra da malcata

"a portrait of my children, once a week, every week, in 2015.
francisco: em modo panda assustado

4M






+ palra imenso, muito alto, parece que está a conversar ou a cantar;
+ sorri abertamente para quem fala com ele;
+ já se aguenta bem de barriga para baixo, com a cabeça empinada;
+ põe sofregamente as mãos na boça, de tal maneira que às vezes engasga-se. não sei se não andará por aí um dente malandro;
+ continua a mamar e nunca experimentou um biberão;
+ descobri que tem as orelhas diferentes, na zona dos lóbulos. nem sabia que tal era possível...
+ está um buda redondinho;
+ os olhos ainda são cinzentos, mas a puxar ao esverdeado;
+ assusta-se com frequência, muitas vezes com as investidas do irmão quando está a mamar;
+ curiosamente faz intervalos maiores durante o dia. tenho mesmo que lhe explicar que à noite é que é fixe dormir mais de seis horas!
+ já tirou o cartão do cidadão;
+ faz sucesso por onde passa e a frase mais ouvida é :'está tão gordinho.', o que me leva a pensar no que é que estas pessoas diriam se visse um ou dois bebés que eu cá sei.

ps: logo a seguir a estas fotografias fez um cocó gigante e sujou o fato novo, bahhh
ps2: as fotos estão uma treta porque estavámos prestes a sair de casa para ir de fim de semana.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

terceiro dia da mãe

depois do espírito tão altruísta do ano passado, este ano baixou em mim a carência afectiva e a falta de mimo.

continuo a ter a certeza que não gosto mais dos meus filhos neste dia, gosto todos os dias, mais um bocadinho. excepto quando há cocós nas cuecas ou tenho que acordar duas vezes à noite para dar de mamar, aí volto um bocadinho atrás.

mas este ano sinto-me pequenina, talvez seja mesmo só do tempo estúpido e chuvoso. talvez seja. mas honestamente ontem queria mais beijinhos, mais abraços e palavras especiais, que me trouxessem o sol que não se viu, que me tirassem as insónias e que não me fizessem adormecer triste. 

não são presentes, esses disse que não queria e continuo a dizer. mas um torrada com manteiga de manhã, uma flor do jardim em frente a casa, um 'deixa estar que eu arrumo a cozinha' ou 'obrigada mãe dos meus filhos' tinha sido perfeito. tudo pelo pai, claro, que os bezerros ainda não sabem ao que andam. mais tarde cobro deles.

vamos ver se me safo hoje na escola.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

luizinha


 a pensar na mais recente aquisição mini dos nossos queridos amigos j+m.
vislumbram-se grandes férias no brasil com esta 'prima' querida. já estou a imaginar os meus filhos a babar por ela e pelas amigas. eh eh! 

ps: a luiza faz hoje uma semana. 

terça-feira, 28 de abril de 2015

nostalgia, nostalgiaaaaaa

desde a semana passada que estou nostálgica em relação ao francisco.
de repente olhei para ele e já não vi um recém-nascido indefeso e minúsculo. 
de repente já vai fazer quatro meses, já palra imenso, faz barulho, está acordado várias horas, brinca com as mãos e chuca no dedo. 
de repente guardo (para sempre?) a roupa mais pequenina e dá-me um aperto no coração - ele NUNCA mais vai vestir aquelas roupas. esta palavra maiúscula assume um peso brutal na minha cabeça.

não consigo mesmo admitir que este será o meu último bebé. não consigo e não quero. pensar que não volto a estar grávida, que a barriga não volta a tapar os pés, que não volto a usar as calças confortáveis e a camisola às riscas, que já não vou andar à pinguim, não são coisas que me façam feliz. não consigo mesmo assumir que este é o meu último bebé. é definitivo demais. 

mesmo as manhãs caóticas, em que todos os dias penso 'como é que isto vai ser quando recomeçar a trabalhar?', não me tiram a ideia. mesmo as birras e desafios do joão, que me fizeram perder a cabeça nos últimos dias, não me demovem. 

é um bocado como fazer uma tatuagem, comprar uma casa, morrer alguém. são coisas tão definitivas que assustam. (sim, há solução para as duas primeiras, mas isso não interessa nada aqui).

e o estranho que é estar a falar já nisto?